sáb. set 26th, 2020

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RESENHA – INVASÃO AO SERVIÇO SECRETO

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Quando eu assisti no cinema “Invasão a Casa Branca”, lá em 2013,
jamais poderia imaginar que poderia se tornar uma franquia, pois parecia
uma história fechada em si mesmo. Três anos mais tarde, tivemos o
retorno de Mike Banning, do presidente Benjamin Asher e de Speaker
Trumbull em “Invasão a Londres” e, em 2019, mais uma vez acompanhamos
Banning e o agora presidente Trumbull em “Invasão ao Serviço Secreto”.

As tramas da franquia sempre giraram em torno do terrorismo, tema
recente e que sempre desperta interesse. Porém, o que temos neste
terceiro filme da série é algo um pouco diferente: um ataque é
orquestrado contra o presidente e sua equipe de segurança enquanto ele
pescava em um lago, e somente ele e Banning sobrevivem. Obviamente, isso
acaba fazendo com que todos desconfiem que Banning havia armado tudo, e
assim nosso exército de um homem só inicia uma operação para provar a
sua inocência. Paralelamente a isso, Banning está enfrentando problemas
de saúde, mas esconde esse fato para continuar exercendo o trabalho que
tanto gosta.

Desde o início, para quem já está habituado a esse tipo de filme que
envolve ação, espionagem e traição, fica evidente quem foi o
responsável pelo ataque, e quem foi o mandante do crime. Mas o que
prende na história é exatamente a jornada de Mike Banning para mostrar
que ele não foi o culpado, e que foi vítima de uma armação. Além, é
claro, de podermos nos deliciar com todo o tipo de luta, tiroteio e
explosão, afinal de contas, “Invasão” é uma franquia que trata de jogos
políticos, mas também conta com muito tiro, porrada e bomba. E a gente
gosta!

Nem todo herói usa capa, e um deles é exatamente Mike Banning, mais
uma vez vivido por Gerard Bütler, figurinha carimbada em filmes de ação,
e sempre cumpre o que promete. Já sobre Morgan Freeman, a única coisa
que tenho a dizer é que acho que devemos fazer um abaixo-assinado para
que ele sempre interprete o papel de presidente dos Estados Unidos
enquanto viver. E de Deus também. Outro destaque fica por conta de Nick
Nolte, mas não vou contar pra vocês qual papel ele interpreta, para não
estragar a surpresa.

Gosto das cenas de ação, das coreografias de luta, da fotografia e da
direção do filme como um todo (a cena do ataque dos drones é um
espetáculo a parte, e assustadora por sabermos que é algo possível de
acontecer na vida real). Méritos do diretor Ric Roman Waugh, que também
dirigiu “O Acordo”, com The Rock, e “Sem Perdão”, com Nicolaj
Coster-Waldau (o Jaime de Game Of Thrones).

Em suma, “Invasão ao Serviço Secreto” é um filme para quem gosta de
ação, e que se permite aceitar que um sujeito armado com uma pistola
pode derrubar vários homens com metralhadoras, e que se diverte
assistindo violência e boas brigas no cinema. Além, é claro, de várias
cenas na bela cidade de Washington D.C., em contraste a todas as
explosões e tiros que vemos no decorrer do filme. Eu curti.

Nota: 9,0

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