ter. fev 25th, 2020

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RESENHA | O ESCÂNDALO

8 min read

Quando vi o trailer de “O Escândalo” eu realmente não sabia o que esperar do filme, pois foi mostrada uma atmosfera relativamente alegre e despojada, com várias mulheres exuberantes, incluindo aquele trio de loiras talentosas (Nicole Kidman, Charlize Theron e Margot Robbie). Entretanto, a medida que a história foi desenvolvendo na tela, meu estômago foi embrulhando de uma maneira que eu saí atônita do cinema, pois foi bem desconfortável assistir àquilo e saber que de fato acontece na vida real, com mais frequência do que a gente imagina.

O Escândalo” nos apresenta a história de três mulheres que trabalham ou trabalharam na Fox News: Gretchen Carlson é a veterana, que foi demitida e está processando o chefe, Roger Ailes, por assédio sexual; Megyn Kelly é uma das profissionais mais reconhecidas da emissora no momento, e que inclusive confronta o candidato à presidência, Donald Trump, em entrevistas e debates; Kayla Pospisil é a jovem e ambiciosa jornalista, “Millennial e evangélica”, como ela mesma se definiu, que quer conquistar seu espaço na empresa. Quando Gretchen processa Roger, o escândalo vem à tona e todas as mulheres que passaram por ele são questionadas sobre suas práticas. E o que o filme retrata é simplesmente repugnante e abjeto.

O Escândalo” é um filme de grandes atuações, pois além das três estrelas que citei (inclusive Charlize Theron está concorrendo ao Oscar de melhor atriz e Margot Robbie ao de melhor atriz coadjuvante), ainda temos no elenco John Litgow, a oscarizada Allison Janney, Kate McKinnon, e as meninas Liv Hewson (de “Santa Clarita Diet”) e Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”). Durante a trama, sofremos junto com cada mulher que dá o seu relato de abuso, e o que mais revolta é saber que é uma prática bastante comum, e que muitas vezes as próprias vítimas são consideradas culpadas por cederem. É um retrato fiel do que muitas e muitas mulheres passam todos os dias, no mundo inteiro.

O grande mérito de “O Escândalo” é abrir a tampa do esgoto e mostrar que esse tipo de coisa acontece e o quanto é traumático para suas vítimas. O filme choca e é agressivo, e impossível não nos sensibilizarmos com a situação pela qual aquelas mulheres todas são obrigadas a passar. Acredito que quem já foi vítima de algum abuso do gênero deve ficar bastante impactada com história. Mas esse é um dos objetivos das grandes artes: discutir temas importantes que normalmente são varridos para baixo do tapete.

Nota: 9,0

Quando vi o trailer de “O Escândalo” eu realmente não sabia
o que esperar do filme, pois foi mostrada uma atmosfera relativamente alegre e
despojada, com várias mulheres exuberantes, incluindo aquele trio de loiras
talentosas (Nicole Kidman, Charlize Theron e Margot Robbie). Entretanto, a
medida que a história foi desenvolvendo na tela, meu estômago foi embrulhando
de uma maneira que eu saí atônita do cinema, pois foi bem desconfortável
assistir àquilo e saber que de fato acontece na vida real, com mais frequência
do que a gente imagina.

“O Escândalo” nos apresenta a história de três mulheres que
trabalham ou trabalharam na Fox News: Gretchen Carlson é a veterana, que foi
demitida e está processando o chefe, Roger Ailes, por assédio sexual; Megyn
Kelly é uma das profissionais mais reconhecidas da emissora no momento, e que
inclusive confronta o candidato à presidência, Donald Trump, em entrevistas e
debates; Kayla Pospisil é a jovem e ambiciosa jornalista, “Millennial e evangélica”,
como ela mesma se definiu, que quer conquistar seu espaço na empresa. Quando
Gretchen processa Roger, o escândalo vem à tona e todas as mulheres que
passaram por ele são questionadas sobre suas práticas. E o que o filme retrata
é simplesmente repugnante e abjeto.

“O Escândalo” é um filme de grandes atuações, pois além das
três estrelas que citei (inclusive Charlize Theron está concorrendo ao Oscar de
melhor atriz e Margot Robbie ao de melhor atriz coadjuvante), ainda temos no
elenco John Litgow, a oscarizada Allison Janney, Kate McKinnon, e as meninas
Liv Hewson (de “Santa Clarita Diet”) e Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”).
Durante a trama, sofremos junto com cada mulher que dá o seu relato de abuso, e
o que mais revolta é saber que é uma prática bastante comum, e que muitas vezes
as próprias vítimas são consideradas culpadas por cederem. É um retrato fiel do
que muitas e muitas mulheres passam todos os dias, no mundo inteiro.

O grande mérito de “O Escândalo” é abrir a tampa do esgoto e
mostrar que esse tipo de coisa acontece e o quanto é traumático para suas
vítimas. O filme choca e é agressivo, e impossível não nos sensibilizarmos com
a situação pela qual aquelas mulheres todas são obrigadas a passar. Acredito
que quem já foi vítima de algum abuso do gênero deve ficar bastante impactada
com história. Mas esse é um dos objetivos das grandes artes: discutir temas
importantes que normalmente são varridos para baixo do tapete.

Nota: 9,0

Quando vi o trailer de “O Escândalo” eu realmente não sabia
o que esperar do filme, pois foi mostrada uma atmosfera relativamente alegre e
despojada, com várias mulheres exuberantes, incluindo aquele trio de loiras
talentosas (Nicole Kidman, Charlize Theron e Margot Robbie). Entretanto, a
medida que a história foi desenvolvendo na tela, meu estômago foi embrulhando
de uma maneira que eu saí atônita do cinema, pois foi bem desconfortável
assistir àquilo e saber que de fato acontece na vida real, com mais frequência
do que a gente imagina.

“O Escândalo” nos apresenta a história de três mulheres que
trabalham ou trabalharam na Fox News: Gretchen Carlson é a veterana, que foi
demitida e está processando o chefe, Roger Ailes, por assédio sexual; Megyn
Kelly é uma das profissionais mais reconhecidas da emissora no momento, e que
inclusive confronta o candidato à presidência, Donald Trump, em entrevistas e
debates; Kayla Pospisil é a jovem e ambiciosa jornalista, “Millennial e evangélica”,
como ela mesma se definiu, que quer conquistar seu espaço na empresa. Quando
Gretchen processa Roger, o escândalo vem à tona e todas as mulheres que
passaram por ele são questionadas sobre suas práticas. E o que o filme retrata
é simplesmente repugnante e abjeto.

“O Escândalo” é um filme de grandes atuações, pois além das
três estrelas que citei (inclusive Charlize Theron está concorrendo ao Oscar de
melhor atriz e Margot Robbie ao de melhor atriz coadjuvante), ainda temos no
elenco John Litgow, a oscarizada Allison Janney, Kate McKinnon, e as meninas
Liv Hewson (de “Santa Clarita Diet”) e Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”).
Durante a trama, sofremos junto com cada mulher que dá o seu relato de abuso, e
o que mais revolta é saber que é uma prática bastante comum, e que muitas vezes
as próprias vítimas são consideradas culpadas por cederem. É um retrato fiel do
que muitas e muitas mulheres passam todos os dias, no mundo inteiro.

O grande mérito de “O Escândalo” é abrir a tampa do esgoto e
mostrar que esse tipo de coisa acontece e o quanto é traumático para suas
vítimas. O filme choca e é agressivo, e impossível não nos sensibilizarmos com
a situação pela qual aquelas mulheres todas são obrigadas a passar. Acredito
que quem já foi vítima de algum abuso do gênero deve ficar bastante impactada
com história. Mas esse é um dos objetivos das grandes artes: discutir temas
importantes que normalmente são varridos para baixo do tapete.

Nota: 9,0

Quando vi o trailer de “O Escândalo” eu realmente não sabia
o que esperar do filme, pois foi mostrada uma atmosfera relativamente alegre e
despojada, com várias mulheres exuberantes, incluindo aquele trio de loiras
talentosas (Nicole Kidman, Charlize Theron e Margot Robbie). Entretanto, a
medida que a história foi desenvolvendo na tela, meu estômago foi embrulhando
de uma maneira que eu saí atônita do cinema, pois foi bem desconfortável
assistir àquilo e saber que de fato acontece na vida real, com mais frequência
do que a gente imagina.

“O Escândalo” nos apresenta a história de três mulheres que
trabalham ou trabalharam na Fox News: Gretchen Carlson é a veterana, que foi
demitida e está processando o chefe, Roger Ailes, por assédio sexual; Megyn
Kelly é uma das profissionais mais reconhecidas da emissora no momento, e que
inclusive confronta o candidato à presidência, Donald Trump, em entrevistas e
debates; Kayla Pospisil é a jovem e ambiciosa jornalista, “Millennial e evangélica”,
como ela mesma se definiu, que quer conquistar seu espaço na empresa. Quando
Gretchen processa Roger, o escândalo vem à tona e todas as mulheres que
passaram por ele são questionadas sobre suas práticas. E o que o filme retrata
é simplesmente repugnante e abjeto.

“O Escândalo” é um filme de grandes atuações, pois além das
três estrelas que citei (inclusive Charlize Theron está concorrendo ao Oscar de
melhor atriz e Margot Robbie ao de melhor atriz coadjuvante), ainda temos no
elenco John Litgow, a oscarizada Allison Janney, Kate McKinnon, e as meninas
Liv Hewson (de “Santa Clarita Diet”) e Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”).
Durante a trama, sofremos junto com cada mulher que dá o seu relato de abuso, e
o que mais revolta é saber que é uma prática bastante comum, e que muitas vezes
as próprias vítimas são consideradas culpadas por cederem. É um retrato fiel do
que muitas e muitas mulheres passam todos os dias, no mundo inteiro.

O grande mérito de “O Escândalo” é abrir a tampa do esgoto e mostrar que esse tipo de coisa acontece e o quanto é traumático para suas vítimas. O filme choca e é agressivo, e impossível não nos sensibilizarmos com a situação pela qual aquelas mulheres todas são obrigadas a passar. Acredito que quem já foi vítima de algum abuso do gênero deve ficar bastante impactada com história. Mas esse é um dos objetivos das grandes artes: discutir temas importantes que normalmente são varridos para baixo do tapete.

Nota: 9,0

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